No primeiro semestre, segundo o sindicato da habitação (Secovi), as vendas de imóveis novos cresceram, mas isso pouco influenciou as contratações de mão de obra.
Em julho, a construção civil contratou no Brasil todo 4.899 empregados com carteira assinada e demitiu 344, só na região metropolitana de São Paulo (RMSP), principal mercado do País. Isso é indício do baixo nível de atividade do setor. No primeiro semestre, segundo o sindicato da habitação (Secovi), as vendas de imóveis novos cresceram, mas isso pouco influenciou as contratações de mão de obra.
Os sinais de melhora do setor, entre junho e julho, ainda são tênues, segundo a Sondagem Indústria da Construção, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A rigor, o indicador do nível de atividade passou, entre um mês e outro, de 44,3 pontos para 46,5 pontos, mas ambos são inferiores a 50 pontos, ou seja, estão aquém do patamar positivo. Em relação ao nível usual, a recuperação da atividade foi de apenas 0,5 ponto porcentual, de 42,3 pontos para 42,8 pontos. No mês passado, o uso de capacidade foi de 70%, apenas um ponto porcentual acima de julho de 2012.