Para o diretor Francisco Colnaghi Neto, demanda forte deve continuar no próximo ano
O mercado imobiliário brasileiro deve crescer 5% neste ano, apontam projeções do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE). Dentre os principais fatores que favorecem o setor estão a disponibilidade de crédito, maior demanda por imóveis com estrutura para home office e como ativo para investimento.
De acordo com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), no primeiro semestre de 2022, o número de novos imóveis comercializados no Brasil aumentou 18% em comparação com o mesmo período de 2021. O destaque é para os empreendimentos de médio e alto padrão, onde é possível aliar estrutura de lazer, segurança e trabalho em home office, mesmo que parcial.
Para Francisco Colnaghi Neto, da Abitte Urbanismo, subsidiária da Asperbras, sustentabilidade é uma palavra-chave hoje para o cliente escolher um imóvel. “Eles querem saber como é feito o uso da água e da energia, qual o tamanho da área verde, se há reciclagem de lixo. Isso tudo porque esses itens representam economia e qualidade de vida”, pontua o executivo da companhia, que há 27 anos atua em São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.