Energia: Em seu primeiro leilão, Bunge é maior ofertante entre as sucroalcooleiras, com habilitação de 300 MW
As usinas de açúcar e álcool prometem ir com apetite para os leilões de energia que estão sendo promovidos pelo governo federal desde ontem. Isso significa que são fortes candidatos a rivalizar com os empreendedores de eólicas, que também vão participar da disputa. Ontem, as duas primeiras fases do leilão de reserva registraram a venda de cerca de 100 megawatts médios de energia, todos de usinas que vão fazer cogeração a partir de bagaço de cana de açúcar.
Um dos maiores ofertantes nos leilões de hoje, entre os usineiros, é a Bunge, que habilitou 300 MW. A empresa informou que este será seu primeiro leilão e garante que vai entrar na disputa para comercializar energia e não apenas observar. Dos grandes ofertantes de energia gerada a partir de biomassa, quase todos são de usineiros, com exceção da CPFL Energia, que ontem vendeu 24 MW médios de energia.