Enquanto os técnicos do Planalto elaboram as regras das licitações que colocarão nas mãos da iniciativa privada a partir deste ano nove concessões de rodovias, doze empreendimentos ferroviários, dois aeroportos e um trem de alta velocidade, além de terminais portuários, companhias especializadas já se preparam para disputar os contratos.
Subsidiárias de grupos de engenharia e construção ainda dominam o cenário, mas os negócios chamam atenção também de outros setores, como o sucroalcooleiro, em que atua a Cosan. Com faturamento de R$ 25 bilhões, a empresa está investindo em ferrovias e terminais portuários por meio da subsidiária Rumo Logística. "Os grupos têm interesse nesse negócio e cada vez mais veem a cadeia logística de forma integrada", diz Julio Fontana, presidente da Rumo.