Expectativa é que, após a análise do documento, seja liberado o restante do financiamento para a conclusão do estádio
A construção da Arena Fonte Nova, palco dos jogos da Copa do Mundo de 2014, em Salvador, tem agradado aos parceiros envolvidos, governo e iniciativa privada, que atuam dentro do modelo de Parceria Público Privada. Tanto o consórcio Fonte Nova, formado pelas empresas Odebrecht Investimentos e Infraestrutura e a construtora OAS, como o governo do Estado da Bahia, através da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, não mostram sinais de arrependimento do contrato de PPP, assinado em 2010.
É certo, no entanto, que o valor do empreendimento, orçado inicialmente em R$ 590 milhões, um custo que será assumido pelas empresas construtoras, poderá ser bem maior. Estudo encaminhado na última semana pelo governo do estado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), visando a liberação de recursos para as obras, que já estão 65% concluídas, indica que, por conta de despesas não previstas, o "valor máximo referencial das obras" pode chegar a R$ 781 milhões.