Renda média do trabalhador do setor passou de R$ 661,00 para R$ 1.628,72 em dez anos e aumento de 146%.
A conclusão das obras de mobilidade previstas para a Copa do Mundo e os empreendimentos que ficarão prontos depois do evento, como o metrô em Curitiba, serão determinantes para o desempenho da construção civil no Paraná em 2014. Se o Brasil “concluir seus puxadinhos da Copa”, como definiu o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Paraná (Sinduscon-PR), Normando Baú, a projeção é de crescimento de 4%, o dobro do que as empresas acreditam alcançar neste ano. E se o cenário for confirmado, a intenção das 294 empresas entrevistadas pela sondagem da entidade é de aumentar em 19,7% as contratações de mão de obra.
Baú admite que o cenário está condicionado a diversos fatores. “Se o metrô não acontecer, muda a previsão”. Isso porque a outra ponta que movimenta o setor, dos lançamentos imobiliários, atingiu um ponto de equilíbrio. “Foi um ano de entrega de imóveis e de acomodação entre oferta e demanda”, acrescenta o segundo vice-presidente administrativo do Sinduscon-PR, Euclésio Manoel Finatti.