Um passeio pelas obras da arena do Palmeiras mostra evolução do trabalho; clube poderá jogar em casa em um ano
Rua Padre Antônio Tomás, número 72, em São Paulo. De lá, uma catraca, uma escada e uma caminhada por baixo de uma surrada arquibancada, em meio a ferros e pilares e em um chão de terra batida. Em pouco tempo, chega-se ao antigo fosso do saudoso Palestra Itália, sem torcedores, mas com operários e caminhões em ritmo acelerado. Mais uma escada e os corredores dos vestiários, por onde tantos craques passaram, se moldam em escritórios de engenheiros e arquitetos. Uma subida pelo túnel e a imagem não sai da cabeça. A nova arena do Palmeiras impressiona.
A convite da construtora WTorre, o Estado visitou na semana passada as obras do novo estádio do Palmeiras - 40% dos trabalhos estão concluídos. Logo na entrada no gramado, que anda fazendo falta ao time de Felipão no Brasileirão, chama a atenção a altura das arquibancadas superiores - a impressão é de que literalmente o antigo Palestra vai dobrar de tamanho.