Experiência de Minas Gerais na redução de emissões poderá servir como padrão para todo o Brasil
Estudo sobre o perfil de Minas Gerais quanto às emissões de gases de efeito estufa gerados pelas atividades econômicas poderá servir de referência para as demais cidades-sede da Copa de 2014. O governo federal sugeriu que todas as sedes adotassem a mesma metodologia para fazer o levantamento desse impacto ambiental nos preparativos e também na realização do evento. Como Minas tem uma experiência bem sucedida a partir do “1º Inventário Emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE) Estadual”, lançado em 2008, as outras sedes estarão em Belo Horizonte nesta terça-feira (5) para conhecer os detalhes e compartilhar esse conhecimento. A adaptação do modelo já existente para um novo inventário com foco na Copa foi feita conjuntamente pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e Prefeitura de Belo Horizonte.
Em Minas o cronograma prevê já em agosto abrir licitação para contratação de uma assessoria especializada que faça, a partir da base de dados oferecida pelo governo do Estado, o inventário sobre o que e quanto de gases de efeito estufa (GEE) será lançado na atmosfera no período de preparação e durante a Copa das Confederações e Copa de 2014. O passo seguinte é elaborar um plano de ação para reduzir o impacto e, por último, um plano de compensação, previsto para 2012.