Debate infindável sobre a participação da iniciativa privada paralisa os investimentos no setor, que desde a década de 1970 vem perdendo recursos e tornou-se a área com o maior déficit de atendimento da infraestrutura brasileira
Redação GC15/05/2019 às 16h18
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Fonte: Assessoria de Imprensa
A infraestrutura de saneamento no Brasil está em situação crítica e uma reforma do atual modelo é indispensável para o país alcançar as metas de universalização dos serviços de água e esgoto. Levantamento da consultoria KPMG realizado para a Abcon (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto) revela que, devido aos parcos recursos destinados ao setor nos últimos anos, o Brasil precisa investir R$ 615 bilhões até 2033 para garantir a universalização dos serviços. O valor é 47,5% maior do que o estimado pelo Plansab – Plano Nacional de Saneamento Básico (de R$ 417 bilhões).
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