Muito já foi feito, mas ainda outros projetos têm de sair do papel para aprimorar a cadeia produtiva estadual
O Ceará passa por uma fase peculiar de sua história. Neste momento, grandes empreendimentos estruturantes são articulados para que sejam instalados no Estado. Sonhos de pelo menos quatro décadas, como a siderúrgica, assim como a refinaria, termelétricas, dentre outros projetos, começam, aos poucos, a tomar forma. Sem falar do maior evento futebolístico do planeta, a Copa do Mundo de 2014, da qual Fortaleza é uma das cidades-sede. Mas tudo isso necessariamente não pode prescindir de uma infraestrutura de transportes eficiente, integrada com o planejamento territorial da região, em sintonia com o meio ambiente e que acomode ainda todos os modais necessários ao ir e vir de pessoas e de mercadorias.
Muito já foi feito, mas ainda mais projetos precisam sair do papel para que haja o aprimoramento da cadeia. O Estado precisa investir bastante para a melhoria da infraestrutura rodoviária, degradada e sufocada; da malha ferroviária, pobre em capilaridade e integração com os demais modais; dos aeródromos, no limite da operação com o crescimento da demanda, impulsionada pelo aumento da renda; e da portuária, que apesar dos avanços, ainda requer mais aportes.