A oposição ao governo no Congresso Nacional quer tornar obrigatória a avaliação prévia do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre os editais de licitação para a reforma de 12 aeroportos com vistas à Copa 2014 e às Olimpíadas de 2016, no valor de R$ 4,4 bilhões. Esta é uma das polêmicas que vão marcar as discussões na Câmara dos Deputados em torno das Medidas Provisória 489, editada pelo Palácio do Planalto para agilizar as obras à competição de futebol e às Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.
O texto é também criticado por flexibilizar a Lei de Licitações. Uma das queixas é que as novas regras estendem a aplicação do sistema de pregão eletrônico, atualmente usado apenas para a compra de equipamentos e materiais e execução de obras e serviços simples. Permite que esse sistema seja usado também em obras complexas dos aeroportos.