Um possível solução apresentada foi a reconstrução de boa parte do elevado, de maneira mais moderna e eficiente
O Elevado do Joá, estrada que liga a zona sul do Rio de Janeiro à Barra da Tijuca, foi pauta na mídia nacional esta semana. Após a divulgação de um relatório da Coordenação de Programas de Pós Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE-UFRJ), dúvidas sobre a resistência da construção foram colocadas em debate. Reafirmando seu papel protagonista em discussões desse tipo, o Clube de Engenharia sediou o debate “Integridade e segurança estrutural do viaduto do Joá”. Promovido pela Divisão Técnica de Construção, em parceria com a Diretoria de Atividades Técnicas do Clube e com a Associação Brasileira de Pontes e Estruturas (ABPE), o evento trouxe os engenheiros Eduardo de Miranda Batista (COPPE-UFRJ) e Luiz Martins de Miranda (COPROTEC) para debaterem o assunto.
Para o professor Eduardo de Miranda Batista, que coordenou o estudo da COPPE e apresentou os dados, a solução possível para a recuperação do viaduto, já bastante deteriorado, seria a reconstrução de boa parte do elevado, de maneira mais moderna e eficiente, para melhorar futuras manutenções e o monitoramento da degradação. Batista apontou as áreas corroídas da construção e as providências já tomadas pelos gestores.