O Brasil, por enquanto, engatinha na consolidação da tecnologia Euro 5, prova disso é que os caminhões com esta motorização quase ainda não têm procura do consumidor e as fabricantes creditam as baixas vendas do ano, em parte, a esta mudança de legislação, ocorrida em janeiro passado. Se por aqui, estes motores menos poluentes ainda não caíram no gosto do consumidor, na Europa, as montadoras já se preparam para o aumento do consumo do Euro 6.
É bem verdade que a comercialização dos caminhões Euro 6, por lá, ainda está em um nível modesto. Desde fevereiro passado, é possível certificar os veículos de acordo com esta nova regulamentação, mas ainda há dois anos para que esta exigência se torne compulsória a todos os caminhões. A baixa procura deste tipo de veículo no continente se dá pelos mesmos problemas, enfrentados aqui, com o Euro 5: o preço. Com a exigência de se baixar o nível de emissão é necessário investir em mais tecnologia, o que encarece o caminhão.