Transnordestina, Rnest, petroquímica e transposição são alguns dos projetos atrasados e cujos orçamentos só aumentam
As obras dos grandes empreendimentos em construção em Pernambuco padecem de atrasos de cronograma e elevação de custos. Considerados como redentores da economia do Estado, alguns projetos correm o risco de não ficarem prontos a tempo de serem inaugurados neste mandato da presidente Dilma Rousseff. Na lista, aparecem Refinaria Abreu e Lima (Rnest), PetroquímicaSuape (PQS), Transposição do São Francisco e Transnordestina. Em visita a Pernambuco na semana passada, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, disse que o último cálculo do custo da Transposição do São Francisco está estimado em R$ 8,2 bilhões. O valor quase dobrou em relação ao orçamento inicial de R$ 4,8 bilhões. Se o Eixo-Leste for concluído em 2014, como foi anunciado, a obra será entregue com atraso de até 5 anos.
“Estamos falando de uma obra de grande complexidade e que enfrentou uma série de dificuldades, desde projetos básicos que não condiziam com a execução até desistência das construtoras de concluir seus lotes”, lamenta Bezerra Coelho, apostando que até janeiro do próximo ano, os trechos parados serão relicitados e voltarão a funcionar.