Para suprir demanda do mercado e com o setor aquecido, elas assumem tarefas antes masculinas e destacam pelo profissionalismo e perfeccionismo.
Com a falta de mão de obra masculina diante de um cenário de crescimento da construção civil e pesada, as mulheres estão entrando cada vez mais nesse mercado para suprir a demanda da indústria. São serventes, carpinteiras, ajudantes de obras, pedreiras, soldadoras, técnicas em segurança do trabalho e engenheiras. Elas se misturam aos homens com naturalidade, e o melhor, em condições de igualdade de posição. E as construtoras têm se rendido a elas.
Ainda é cedo para quantificar a presença das mulheres nos canteiros de obras, mas uma coisa é certa: aos pouquinhos elas estão invadindo a praia dos homens. Para o Analista de Recursos Humanos da MIP Edificações Fabrício Antônio Bicalho, a movimentação de mão de obra feminina é natural. “No atual cenário econômico na construção civil, percebe-se a escassez de mão de obra masculina e, em contrapartida, vemos uma ascensão das mulheres nos diversos setores da construção civil”, pontua.