Dos 103,3 mil quilômetros de estradas pavimentadas do País, nada menos que 60,2 mil, o equivalente a 58,3% do total, apresentam algum tipo de problema e foram classificados como em estado péssimo, ruim ou regular
A falta de investimentos públicos em razão da crise em que o País foi lançado nos anos finais da administração lulopetista provocou a interrupção do processo de melhoria da malha rodoviária nacional. Era um processo lento, por isso seria demorada a eliminação ou pelo menos a redução do ônus que a precariedade das rodovias vem impondo à economia e dos riscos a que se sujeitam seus usuários. Mas, nos últimos tempos, em vez de melhorar, ainda que de maneira pouco significativa, a malha, que continuava ruim, ficou pior. É o que mostra a mais recente Pesquisa CNT de Rodovias, avaliação anual da situação das estradas que vem sendo realizada há 20 anos pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).
Dos 103,3 mil quilômetros de estradas pavimentadas do País, nada menos que 60,2 mil, o equivalente a 58,3% do total, apresentam algum tipo de problema e foram classificados como em estado péssimo, ruim ou regular. É um porcentual maior do que o constatado na pesquisa anterior, que classificou como deficiente 57,3% da malha examinada.