A expectativa é que cada poço produza entre 10 e 12 mil barris de petróleo por dia com a extração ajudada por bombas
Com R$ 1,1 bilhão em caixa e com compromissos de investir na exploração de mais oito blocos em parceria adquiridos na 11ª Rodada da Agência Nacional do Petróleo (ANP), a Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) vai mudar de patamar. Não é mais uma companhia produtora de gás e nem apenas sócia de áreas no mar operadas por empresas maiores, como a Petrobras. Uma das novas petrolíferas privadas brasileiras com capital em bolsa, a QGEP tem sido bem sucedida na sua estratégia de crescimento via aquisições de áreas já em fase de desenvolvimento da produção e aumentou as apostas ao adquirir oito áreas de risco exploratório em águas ultraprofundas em novas fronteiras, cinco delas como operadora, na 11ª Rodada da ANP.
Lincoln Guardado, presidente da QGEP, afirma que agora o foco é consolidar a empresa como operadora em águas profundas. Por isso, diz o executivo, apesar de estar "olhando e aguardando" as regras dos próximos leilões, ainda não é certo participar do leilão de áreas de gás não convencional.