A informação é do diretor de Planejamento e Pesquisa (DDP) do DNIT, Miguel de Souza, que falou em audiências públicas realizadas nos municípios ao longo da BR-364. De acordo com o diretor, essa é uma das exigências do projeto e as empresas vencedores devem apresentar soluções para o pavimento em função do intenso tráfego de veículos que atualmente percorrem a rodovia. Nesta quinta-feira (11), Miguel de Souza, acompanhado do superintendente regional do DNIT, José Ribamar da Cruz Oliveira e técnicos do órgão, fez uma explanação detalhada, em Jaru e Ouro Preto D’Oeste, sobre as principais melhorias incluídas no projeto Crema 2ª Etapa, que contempla a recuperação total da rodovia entre Vilhena e Porto Velho.
“Esses eventos servem para que o maior número de cidadãos saiba quais as benfeitorias que serão incorporadas, como será o processo licitatório e como as empresas vencedoras deverão atuar durante a obra. Desta forma, a população poderá conhecer com propriedade essa obra tão esperada, vez que a nossa rodovia, que há mais de 20 anos nunca foi totalmente recuperada, não aguenta mais tantos remendos”, salientou Miguel.