Setores "blindados" favorecem grandes grupos na crise
Em 2015, grupos como Ultra, J&F, Bayer e Brookfield se expandiram, apesar da retração de 3,8% no PIB do País; por estarem em setores mais resistentes aos solavancos da economia, esses conglomerados continuam a planejar investimentos e aquisições para este ano
Redação GC17/03/2016 às 00h00
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Fonte: O Estado de São Paulo
Em meio à crise que atropela a economia brasileira e que tem levado grandes grupos a reestruturar dívidas e outros até mesmo a pedir recuperação judicial, alguns conglomerados com atuação multissetorial têm se mostrado imunes – ou quase – à turbulência e estão conseguindo se destacar em um cenário desolador, em que o Produto Interno Bruto (PIB) recuou 3,8% no ano passado e deve encolher pelo menos mais 3% em 2016.
Num momento em que o consumo interno não para de cair, não têm muito a reclamar da crise os grupos que fizeram apostas como: vender artigos de primeira necessidade, como medicamentos, cujo consumo cresce respaldado no envelhecimento da população; investir no agronegócio, único pilar da economia brasileira a fechar no azul em 2015; ou apostar na expansão no exterior.
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