Trabalhar a mais de 2 mil quilômetros da terra natal, em regiões remotas do país, tem seu lado positivo: chance de ascensão rápida e bons salários, que compensam a falta de infraestrutura
Tucumã, Parauapebas, Ourilândia do Norte e Matias Cardoso. Se você desconhece a existência dessas cidades e não se arriscaria sequer a apontá-las no mapa brasileiro, imagine a possibilidade de aceitar uma proposta de emprego para regiões no mínimo remotas em busca de um pé- de-meia recheado e crescimento na carreira. Quem resolveu encarar o desafio, cada vez mais frequente entre profissionais dos setores de construção pesada, mineração, siderurgia, energia e petróleo e gás, garante que a falta de infraestrutura, lazer e serviços aumenta as dificuldades já criadas pela distância da terra natal. Confessam, porém, que as oportunidades e os benefícios financeiros próprios do deslocamento compensam, em parte, as restrições da região.
Foi em busca desse crescimento profissional que Luiz Mapa saiu de Ouro Preto com o curso de técnico em mineração pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e se arriscou nas terras distantes de Parauapebas, no interior do Pará, para trabalhar como estagiário da Vale em Carajás. São 2,4 mil quilômetros de casa. Foi o ímpeto da juventude que me impulsionou. Na época, em 1987, tinha acabado de me formar, conta. A possibilidade de ascensão na empresa se confirmou nos anos seguintes. Galguei todos os cargos possíveis com minha formação de técnico. Fiz graduação em letras e informática e, a partir daí, foi possível alcançar cargos de nível superior, explica. Tucumã, Parauapebas, Ourilândia do Norte e Matias Cardoso. Se você desconhece a existência dessas cidades e não se arriscaria sequer a apontá-las no mapa brasileiro, imagine a possibilidade de aceitar uma proposta de emprego para regiões no mínimo remotas em busca de um pé- de-meia recheado e crescimento na carreira. Quem resolveu encarar o desafio, cada vez mais frequente entre profissionais dos setores de construção pesada, mineração, siderurgia, energia e petróleo e gás, garante que a falta de infraestrutura, lazer e serviços aumenta as dificuldades já criadas pela distância da terra natal. Confessam, porém, que as oportunidades e os benefícios financeiros próprios do deslocamento compensam, em parte, as restrições da região.
Foi em busca desse crescimento profissional que Luiz Mapa saiu de Ouro Preto com o curso de técnico em mineração pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e se arriscou nas terras distantes de Parauapebas, no interior do Pará, para trabalhar como estagiário da Vale em Carajás. São 2,4 mil quilômetros de casa. Foi o ímpeto da juventude que me impulsionou. Na época, em 1987, tinha acabado de me formar, conta. A possibilidade de ascensão na empresa se confirmou nos anos seguintes. Galguei todos os cargos possíveis com minha formação de técnico. Fiz graduação em letras e informática e, a partir daí, foi possível alcançar cargos de nível superior, explica.