Newsletter
Início› Exclusivo› Edição 60 ← Voltar à edição
GC nº 60Junho 2015 Matéria 5 de 14
Sumário
  1. EditorialA revolução industrial no Nordeste
  2. Jogo RápidoProdução de petróleo e gás supera 2,7 milhões de barris em abril
  3. Jogo RápidoCyrela vai financiar obras com finalidades sociais
  4. Jogo RápidoRio-Niterói tem novos investimentos de R$ 3,3 bi
  5. Jogo RápidoBrasil sem medo da energia nuclear
  6. Jogo RápidoEspaço Sobratema
  7. EntrevistaCerimônia de casamento
  8. Matéria De Capa - Fábrica Da JeepDa plantação da cana à indústria automobilística, um salto para o futuro
  9. Prévia M&T Expo 201520 anos da principal feira de negócios para construção e mineração da américa latina
  10. Linha Do TempoTúnel do tempo
  11. Excelência Operacional & Lean ConstructionLean Project Design
  12. Concreto HojeEnxofre ganha nova chance na produção de concreto
  13. ArtigoO Rei está nu
  14. Agenda 2014Fenasan 2015 discute a crise hídrica no Brasil
Jogo Rápido

Brasil sem medo da energia nuclear

Exclusivo GC 2 de junho de 2015 · Edição 60
Brasil sem medo da energia nuclear

O Brasil continuará investindo em energia nuclear e deve chegar em 2050 com um total de 15 usinas do tipo produzindo eletricidade no país. A afirmação é do ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, que admite que estão sendo estudados 21 pontos para instalação de novas usinas. O governo avalia quais deles devem receber as quatro novas usinas nucleares que deverão ser construídas até 2030, chegando a um total de sete no país. Ainda de acordo com Eduardo Braga, o plano do governo prevê que outras 8 usinas sejam erguidas entre 2030 e 2050, levando o país às 15 unidades necessárias.

Atualmente, o Brasil tem duas usinas nucleares em operação, Angra 1 e 2, no Rio de Janeiro, que juntas têm potência de 1.990 MW (megawatts) e produzem cerca de 3% da energia consumida no país.

De acordo com Braga, os recursos para a conclusão de Angra 3 estão garantidos, de forma a permitir que o complexo entre em operação até 2018. A usina terá potência de 1.405 MW.

O investimento em energia nuclear voltou a ser fortemente questionado a partir de março de 2011, quando um terremoto seguido de tsunami danificou a usina de Fukushima, no Japão, provocando a liberação de radiação. Para justificar a decisão do governo Brasileiro de manter investimentos na área, Braga alegou que outros países não desativaram usinas nucleares após o desastre de Fukushima.