Mais energia nas obras do projeto Juruti
Para impor ritmo a um dos apêndices da obra de um dos mais ambiciosos empreendimentos já vistos no setor de Mineração no Brasil – o Projeto Juriti –, a Solaris forneceu à Alcoa em caráter de locação, duas centrais geradoras a diesel com potências de 4,35 MVA e 7,25 MVA.
Compostas de grupos geradores com potências entre 360 KVA e 2.500 KVA, essas centrais foram responsáveis por todo o fornecimento de energia nas duas principais áreas do projeto. Contando com o fornecimento de mão de obra especializada para operação das usinas em regime 24 horas, 7 mil metros de cabos, tanques de combustível e transformadores, a Solaris pôde atender toda demanda de energia existente na construção do porto que será responsável pelo escoamento da bauxita e seu beneficiamento.
Um dos registros divulgados pelo empreendimento aponta que os funcionários em atividade na instalação da Mina de Juruti, em todas as frentes de obra, alcançaram a marca expressiva de 20 milhões de homens-horas trabalhadas sem incidentes com afastamento, refletindo o sucesso absoluto da política de gestão de segurança do empreendimento, alcançando resultados que superam parâmetros em segurança nacional e internacional.
Nos quatro anos de desenvolvimento do projeto, estão estimados investimentos de US$ 350 milhões.
Com uma reserva de cerca de 700 milhões t de minério, o empreendimento totalizou um investimento de R$ 3 bilhões, com recursos distribuídos entre as obras de implantação e ações socioeconômicas e ambientais.
O projeto começa a operar com capacidade de produção anual de 2,6 milhões t de bauxita, minério que dá origem ao alumínio. A bauxita é uma mistura mineral (óxido e hidróxidos de alumínio) indispensável para a produção do alumínio. Esse projeto contribuirá para consolidar a posição do Brasil como líder latino-americano no cenário mundial de produtores de bauxita, representando mais de 5% da produção global, que é de 141 milhões t.

