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GC nº 84Outubro 2017 Matéria 2 de 21
Sumário
  1. EditorialSetor eólico enfrenta ventos contrários
  2. Jogo RápidoObras do Viaduto das Valquírias avançam
  3. Jogo RápidoVolvo entrega compactador de solo para o Exército brasileiro
  4. Jogo RápidoADIT Brasil abre inscrições para o Complan Tech
  5. Jogo RápidoSuez adquire a GE Water & Process Technologies
  6. Jogo RápidoCNH Industrial Parts & Service lança site para a linha de peças Nexpro
  7. Jogo RápidoConcurso Cultural Sobratema 30 anos
  8. EntrevistaRodovias de concreto: o custo da eficiência
  9. EntrevistaPavimento de concreto gera economia de combustível e segurança ao usuário
  10. EntrevistaEm busca do super-pavimento de concreto
  11. RodoviasA meta é ampliar a segurança e o conforto dos usuários
  12. RetrofitPalácio Tangará, um hotel para “cabeças coroadas”
  13. Tecnologia ConstrutivaArranha-céu de madeira
  14. Planejamento UrbanoResgatando a qualidade de vida do lodo
  15. AeroportosFora da rota
  16. SaneamentoBrasil vive aparteid do saneamento
  17. SaneamentoObra quase pronta vai garantir abastecimento da capital paulista
  18. Momento ExpoGRANDES EXPECTATIVAS
  19. Concreto HojeEsgoto rende voto sim
  20. ArtigoImpacto dos pássaros nas edificações, como diminuir?
  21. Agenda 2017Tendências no Mercado da Construção 2017
Jogo Rápido

Obras do Viaduto das Valquírias avançam

Exclusivo GC 7 de novembro de 2017 · Edição 84

Quem trafega pela Via Anhanguera (SP-330), em Jundiaí, já pode observar o avanço das obras do Viaduto das Valquírias, na altura do km 59, próximo ao trevo da Avenida Jundiaí. A equipe de obras da CCR AutoBAn já concluiu a instalação das quatro treliças metálicas sobre os pilares do novo dispositivo e a expectativa é de que até meados de novembro as estruturas já estejam sobre a rodovia, sem qualquer impacto ou prejuízo ao tráfego.

Segundo o gestor de Engenharia da CCR AutoBAn, Guilherme Baldassari, nesta técnica construtiva utilizada para vencer grandes vãos, chamada Balanço Sucessivo, a estrutura do viaduto é construída sem nenhum tipo de escoramento, apenas com o uso de treliças metálicas, que possibilitam o avanço das concretagens. O equilíbrio é feito a partir da utilização das treliças, presas a cabos ancorados aos pilares provisórios e também da própria estrutura tensionada (aduelas), equivalente a um segmento da laje.

Com o término de cada aduela ou segmento, as treliças avançam e uma nova etapa é feita, sucessivamente. “O trabalho acontece de forma simultânea em cada pilar – e na mesma proporção e tempo – até que as aduelas se juntem e formem o viaduto, sem a utilização de escoramentos”, explica Baldassari. Até o final de dezembro, os lados do viaduto devem estar unidos sobre a Via Anhanguera.

“Este é um trecho com alto volume de veículos e qualquer interferência poderia causar transtornos para a cidade de Jundiaí, devido à proximidade com o município, e também aos usuários de média e longa distância”, ressalta.

Com o avanço das treliças metálicas sobre a rodovia, explica o gestor, o impacto aos Usuários será apenas visual. “A obra utiliza as melhores técnicas de Engenharia disponíveis e os Usuários podem ficar tranquilos quanto à segurança”, garante o engenheiro.