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GC nº 16Junho 2011 Matéria 21 de 23
Sumário
  1. EditorialMercado imobiliário: vigor e "dores do crescimento"
  2. Jogo RápidoWTorre recebe o “Oscar” da Construção Imobiliária
  3. Jogo RápidoVLT de Fortaleza entra em fase de teste
  4. Jogo RápidoNovo semipesado Scania
  5. Jogo RápidoProcura-se engenheiros e técnicos
  6. Jogo RápidoAs maiores plataformas aéreas do mundo
  7. Jogo RápidoLLX obtém licença para parque de tancagem de petróleo
  8. Jogo RápidoConcremat investe R$ 1,5 milhão em laboratório para a construção civil
  9. Jogo RápidoBrasil Máquinas anuncia fábrica da Hyundai no País
  10. Jogo RápidoCase na remoção de cinzas na Argentina
  11. Jogo RápidoVicente Abate é reeleito presidente da ABIFER
  12. Jogo RápidoSalas de aula nos canteiros
  13. EntrevistaMercado registra um salto de R$ 4 bi para R$ 85 bi por ano
  14. Especial Construção ImobiliáriaIndústria a todo o vapor e sem sinal de que vai desacelerar
  15. Especial Construção ImobiliáriaConstrutoras brasileiras entre as 10 maiores das Américas
  16. Especial Construção ImobiliáriaPrograma habitacional do governo federal é revisto e ampliado
  17. Especial Construção ImobiliáriaEmpresa se especializa e cresce com foco no segmento popular
  18. Especial Construção ImobiliáriaShopping Centers se multiplicam no conceito de complexos multiuso
  19. AeroportosAeroportos no Brasil, uma difícil decolagem
  20. Métrica IndustrialAeroportos pensando de forma diferenciada
  21. Questionário OnlinePesquisas online
  22. Máquinas E EquipamentosNew Holland apresenta 14 novos modelos
  23. ArtigoDesafios do Mercado Imobiliário
Questionário Online

Pesquisas online

Exclusivo GC 15 de julho de 2011 · Edição 16
Pesquisas online

Aqui estão reproduzidas algumas opiniões e sugestões dos leitores que responderam a questões importantes sobre infraestrutura nas últimas semanas. Especial atenção à segurança no trabalho e a avaliação dos portos brasileiros. A íntegra está disponível no portal: www.grandesconstrucoes.com.br

Mais atenção para segurança no trabalho
Na pesquisa da última semana, verificamos que o assunto segurança no trabalho é motivo de preocupação para a maioria dos profissionais. Pelo menos 98%  dos respondentes têm uma opinião negativa sobre a eficiência das ações de prevenção de acidentes por parte das empresas, 35 % acreditam que as empresas não se preocupam devidamente e mais: 63% apontam que as práticas devem passar por aperfeiçoamentos.

Para 43%, os profissionais responsáveis pela segurança precisam ter maior poder de decisão para que haja uma ação eficiente. Outra constatação é a necessidade  de uma ação de conscientização para aumentar o uso de equipamentos de segurança, mesmo sendo obrigatórios, segundo 45% das respostas. E esse processo de conscientização deve ser iniciado pelos gestores, dentro de um processo educativo, opinião de 27% dos leitores que responderam essa pesquisa.

Opinião do leitor

Apoiar a aprovação do curso de graduação de segurança do trabalho para que a segurança seja realmente aplicada e não apenas tratada como uma simples necessidade.
Oswaldo Pereira

É necessário desenvolver e promover sistemas de gestão e certificação em SST-Segurança e Saúde no Trabalho, bem como divulgar práticas bem sucedidas nesta área.
Paulo Fraga

Rodovias - modelo de concessão pode melhorar
Os leitores da edição online da Grandes Construções são otimistas em relação à novas concessões de rodovias. Para 90% deles, os governos federal e estadual ainda tem boas estradas que podem ser privatizadas. Para 10%, no entanto, o filé mignon já teria sido concedido e o mercado potencial de concessionárias não teria interesse nas rodovias remanescentes.

De acordo com internautas, o modelo de concessão também pode ser melhorado e isso é válido tanto em nível federal como estadual, segundo 93%dos respondentes. A pesquisa ainda aponta que medidas podem ser tomadas para o aprimoramento do modelo de concessões.

Os fatores mais apontados são a redução do preço do pedágio, distribuição mais racional dos  preços de pedágios e a melhor qualidade do asfalto. A sinalização e a melhor comunicação ao longo das estradas, assim  como a qualidade de atendimento foram pouco apontadas, indicando que o parâmetro das operadoras atuais possa ser considerado como positivo.

Opinião do leitor

As concessionárias deveriam ser remuneradas com parte dos impostos dos combustíveis, através do VMD de sua utilização, e assim eliminando-se todas as praças de pedágio. Deveria ser tal qual a Alemanha, sem qualquer pedágio, com excelentes projetos, pavimentação, sinalização (SV e SH), suporte, e irretocável manutenção.
Oswaldo Pereira

Através da implantação das Concessões Rodoviárias, houve o aprimoramento das técnicas executivas de pavimentos no Brasil. A evolução qualitativa dos produtos asfálticos (convencionais e modificados) no mercado brasileiro deve-se em grande parte a busca/foco das Concessionárias e distribuidores de asfaltos em desenvolver novas tecnologias que atendessem as necessidades urgentes reformas de nossas rodovias, tráfego crescente, etc.
Emerson Simoso

Portos são peças estratégicas para o desenvolvimento do País, e precisam ser melhorados

Opinião do leitor

Temos operado hoje pelo porto de Vitória/ES. Devido a vocação do estado, e por não ser grande, acredito ter melhores serviços e de certa maneira personalizados. Nós somos importantes para aquele porto. Vale ressaltar que essas melhoras ocorrem a passos lentos.

Nossas experiências com importações em Santos/SP foram sempre desastrosas. Sempre tivemos muita dificuldade para operar por este porto. Diversos questionamentos, demora em processos, e burocracias.
Gustavo Faria

Considero o Porto de Santos o melhor porto do País. Possui 11 km de cais acostáel. Por outro lado, o Porto Ponta da Madeira. Com quatro Piers, recebem atualmente Graneleiros de 400.000 toneladas.
Antonio Carlos Gomes de Sousa

Aquecimento do mercado imobiliário 
O ritmo dos indicadores positivos tem animado o mercado imobiliário no Brasil. A perspectiva é de que esse ritmo continue, de acordo com a pesquisa semanal realizada pela revista Grandes Construções. Pelo menos 75% dos respondentes acreditam que o setor continuará aquecido nos próximos dois anos.

Entre os que acreditam na desaceleração desse segmento, 25%, a limitação na capacidade de financiamento é apontada como o principal freio dos negócios. Outros fatores como limite da capacidade do setor em atender a demanda e falta de infraestrutura nas áreas disponíveis também são indicados como fatores de desaceleração.

Quando questionados sobre a oferta de imóveis para as diferentes classes sociais,  42% dos leitores afirmam que existem projetos para vários níveis econômicos. Já 25% afirmam que há uma diversificação da oferta, embora ela ainda esteja concentrada nas classes A e B. Outros 16% responderam que há uma concentração nos imóveis destinados à classe média.  Já os demais respondentes, 17%, ficaram igualmente divididos entre aqueles que acreditam que os imóveis de alto padrão continuam sendo privilegiados e aqueles que garantem que há mais oferta de imóveis para a classe C, hoje a mais visada.

Em relação às construtoras, 67% dos leitores responderam que elas não estão preparadas para manter o ritmo de crescimento. A falta de mão de obra é o principal elemento nessa conjuntura, seguido pela falta de matéria-prima a custo acessível e pela falta de capacidade de gerenciamento das obras.

Opinião do leitor

O subprime americano iniciou com excesso de oferta. Agora veja bem: um apartamento no Rio de Janeiro ou São Paulo custar bem mais que um similar em New York?
Dr Rinaldo Maciel de Freitas
Primeiro gostaria de parabenizá-los pela pesquisa, pois somente através de iniciativas desse tipo, nós empresários da construção civil, investidores e compradores poderemos saber o destino dos investimentos. Acredito muito na continuidade crescente da construção civil como um todo, mas principalmente na área imobiliária que na minha opinião é a que possui uma maior necessidade de investimentos devido ao assustador número do deficit habitacional. Mas o que nos preocupa é a falta de mão de obra, por isso as empresas têm que, cada vez mais, industrializar os canteiros.
Gustavo Gramiscelli Costa