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GC nº 73Setembro 2016 Matéria 7 de 16
Sumário
  1. EditorialEm busca do preço justo
  2. Jogo RápidoEspaço Sobratema
  3. Jogo RápidoHerança para o futuro
  4. Jogo RápidoReaberta licitação para dragagem no Porto de Santos
  5. Jogo RápidoNova versão de aplicativo para obras de construção seca
  6. Jogo RápidoTracbel passa a distribuir produtos Volvo no Norte do Brasil
  7. Jogo RápidoTecon Salvador cresceu 12% no primeiro semestre
  8. Jogo RápidoCriação de ZPE no Porto do Açu é tema de reuniões em Brasília
  9. EntrevistaAdministrando em tempos de "vacas magras"
  10. RodoviasConcessões rodoviárias deverão alavancar R$ 30,6 bi em 2016
  11. ShoppingNova face após a crise
  12. Máquinas E EquipamentosBrasil, uma chave de desenvolvimento
  13. Construction SummiteStoks: solução moderna para um velho problema
  14. Concreto HojeRobustez é crucial para o concreto auto adensável
  15. ArtigoComitê de Resolução de Disputas e obras de infraestrutura
  16. Agenda 2016Aço na cadeia da construção
Jogo Rápido

Tecon Salvador cresceu 12% no primeiro semestre

Exclusivo GC 18 de setembro de 2016 · Edição 73

O Tecon Salvador, terminal de contêineres operado pelo Grupo Wilson Sons na capital baiana, movimentou 147.361 TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) no primeiro semestre deste ano. O resultado representa um crescimento de 12% em relação a igual período de 2015. Na comparação dos meses de junho de 2016 e 2015, o crescimento foi de 20%.

Os principais responsáveis pelos resultados positivos foram os setores de exportação, com crescimento de 27% de janeiro a junho desse ano, comparado a janeiro a junho do ano passado, e de cabotagem, com 8%. O setor de plásticos e derivados representou o maior incremento para as exportações nestes primeiros seis meses de 2016, com uma variação positiva de 511%. Em seguida veio o setor de polímeros diversos, com crescimento de 263%; minérios, com um crescimento de 93%; siderúrgicos e metalúrgicos, com 45%; cacau e derivados, com 42%, e pneus, com 34% de crescimento.

“A desvalorização do real e a valorização do dólar, neste momento, beneficiam as exportações, gerando divisas e, por outro lado, uma redução na compra de bens de capital para a modernização e ampliação da indústria nacional, que sofre com a baixa demanda atual. O nosso desafio hoje é crescer em volumes, mesmo com esse cenário. Estamos apostando no crescimento da exportação nacional para compensar a queda no volume de importações”, explicou Demir Lourenço, diretor-executivo do Tecon Salvador.

Na cabotagem, os produtos que apresentaram maior crescimento na descarga foram no setor de varejo, com 108%; bebidas, com 68%; embalagens, com 49%; químicos e petroquímicos, com um aumento de 46%; e arroz, com 12%. Já no embarque, o crescimento foi puxado pelo setor de plásticos e derivados, com variação positiva de 440%; pneus, com 64%; cosméticos, com 33%; e químicos e petroquímicos, com 20%.

Outros setores também ganharam destaque na importação, como óleos e lubrificantes, 54%; cacau e derivados, 31%; e borracha e derivados, com 29%.