Ganhar eficiência, principalmente em tempo de crise, passa pelo uso de inovação no setor
Não é de hoje que a transformação tecnológica é palco de discussões na mídia e também dentro das companhias. Considerada um diferencial para alavancar os negócios, o aperfeiçoamento das técnicas nas organizações assusta os gestores, pois requer mudanças na estrutura de trabalho. No setor de engenharia não é diferente. O mercado da construção, por exemplo, se depara com desafios e dificuldades em todas as suas etapas e as tecnologias surgem como facilitadoras.
No entanto, ao se tratar de novas metodologias, gargalos como a capacitação dos profissionais e padronização na linguagem dos softwares entram na pauta das empresas de engenharia e arquitetura. A crise é outro elemento que potencializa ainda mais esse atraso na utilização de tecnologias. Para se ter uma ideia, segundo a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em seu último relatório, o setor da construção encolheu 16,5% em 2015, na comparação com o ano anterior. Se a construção reduziu seu ritmo, imagine utilizar métodos que encarecem o valor total da obra.