Grupo formado por 178 entidades do Pará pede que Justiça reveja decisão contra usina
O Fort Xingu, grupo formado por 178 entidades, entre associações comerciais e organizações da sociedade civil do alto Xingu, no Pará voltou a defender a megahidrelétrica. A entidade emitiu comunicado no qual afirma que a insegurança jurídica causada pela paralisação da obra deve prejudicar a economia local, causando “um processo de falência em massa”. Isso porque as empresas estão se instalando na área e fizeram investimentos altos para atender a demanda que será gerada pela usina, mas ainda não tiveram a oportunidade de recuperar esses aportes.
Mês passado, a entidade chegou a emitir comunicados em que cobrava definições da Norte Energia em relação às condições firmadas para a construção do empreendimento, como a realocação de famílias, melhoria da infraestrutra em Altamira e Vitória do Xingu e o cumprimento de condicionantes ambientais. Mas, desta vez, o grupo defende que a suspensão da usina pode causar “sérios problemas de ordem econômica, social e ambiental”.