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GC nº 62Agosto 2015 Matéria 3 de 16
Sumário
  1. EditorialPor uma agenda sustentável para a cadeia da construção
  2. Jogo RápidoAté debaixo d’água
  3. Jogo RápidoPesquisa identifica os principais problemas das concreteiras
  4. Jogo RápidoBrasil terá primeira fábrica de painéis fotovoltaicos
  5. Jogo RápidoZoomlion Empilhadeiras busca dez representantes no Nordeste
  6. Jogo RápidoZF entra no segmento de Energia Eólica
  7. Jogo RápidoSuspensão de novas contratações do MCMV não surpreende SindusCon-SP
  8. EntrevistaCidades com gestão compartilhada, um novo modelo a ser estudado
  9. M&T ExpoNovidades que vêm do Oriente
  10. Matéria De Capa - RodoviasRodovias: nova "safra" de concessões promete bons frutos
  11. Matéria De Capa - RodoviasEngenharia a favor do meio ambiente
  12. Excelência Operacional & Lean ConstructionMapeamento do Fluxo de Valor Construtivo
  13. Concreto HojeCentrais de concreto: mercado reticente, mas demandante
  14. ArtigoProdutividade digital no setor de Óleo e Gás
  15. Agenda 2015Concurso vai premiar aplicativo sobre água
  16. Espaço SobratemaESPAÇO SOBRATEMA
Jogo Rápido

Pesquisa identifica os principais problemas das concreteiras

Exclusivo GC 10 de agosto de 2015 · Edição 62

A RCO, fabricante nacional de centrais dosadoras, silos verticais e horizontais de concreto, acaba de fechar uma primeira fase do Serviço Ampliado Direcionado (SAD), seu programa de pós venda. Com a iniciativa, 99 clientes foram visitados até o final de abril desse ano, totalizando 108 plantas. Nos locais, equipamentos como centrais de concreto, silos de armazenamento e sistemas de transporte foram detalhadamente avaliados. Outra ação envolveu a entrevista pessoal com os responsáveis pelas empresas e com os técnicos especializados. Do total de empresas, 65% são concreteiras e 30% são companhias fabricantes de pneus. Os 5% restantes pertencem aos setores alimentício e de cosméticos.

“As visitas serviram para realizar um levantamento dos problemas técnicos enfrentados em campo e como eles podem ser endereçados pela nossa área de engenharia”, explica Zulli, Gestor de atendimento ao cliente (SAD). De acordo com ele, as visitas são a base do banco de dados que a empresa já criou e que vai mapear os principais pontos de atenção nos equipamentos operados com a marca RCO. “Na verdade, a base de dados vai funcionar como um índice sobre como as centrais de concreto, silos e sistemas de transporte operam”, complementa. “Nossa ideia é criar um índice de referência para o setor e criar um roteiro de resolução de problemas para os casos onde as máquinas não têm sido adequadamente operadas”. A partir de agora devemos levantar os pontos mais críticos apresentados por nossos clientes e implementar um plano de ação com o objetivo de suprir as falhas apresentadas”,  complementa.