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GC nº 15Maio 2011 Matéria 27 de 28
Sumário
  1. EditorialUm brasileiro dedicado à construção de um novo Brasil
  2. Jogo RápidoBrafer faz a montagem metálica da Aciaria da usina da Vallourec & Sumitomo
  3. Jogo RápidoConcessionária Case investe R$ 5 milhões em nova unidade
  4. Jogo RápidoCaterpillar de olho na cadeia de produção do petróleo no Brasil
  5. Jogo RápidoAutomação de plantas para a fabricação de argamassas
  6. Jogo RápidoLinha sul do Metrô de Fortaleza na reta final
  7. Jogo RápidoJacareí recebe 198 unidades do Minha Casa, Minha Vida
  8. Jogo RápidoMercotubos agora é Maxen
  9. Jogo RápidoBrasil chega a 1 GW de potência eólica instalada
  10. Jogo RápidoGerdau na Copa 2014
  11. Jogo RápidoMetso produzirá telas de aço em Sorocaba
  12. Jogo RápidoTerminal Salineiro de Areia Branca
  13. Jogo RápidoSany inicia montagem de guindastes rodoviários no Brasil
  14. Jogo RápidoSuperporto do Açu duplica movimentação de cargas
  15. Cartas & E-MailsCartas & E-mails
  16. EntrevistaZanettini, um arquiteto com fibra de aço
  17. Especial Do Aço Na ConstruçãoA hora e a vez do aço na construção brasileira
  18. Especial Do Aço Na ConstruçãoIndústria se adapta às necessidades do mercado
  19. Especial Do Aço Na ConstruçãoEspigão em aço, concreto e vidro no centro antigo do Rio de Janeiro
  20. Especial Do Aço Na ConstruçãoAço assume papel de destaque no projeto de ampliação do Cenpes
  21. Especial Do Aço Na ConstruçãoO aço no nosso dia a dia
  22. Especial Do Aço Na ConstruçãoFórum do Meio Ambiente
  23. ConstructionUlma entra em campo na Construction Expo 2011
  24. Copa 2014Maracanã terá cobertura hi-tech
  25. Transporte MetropolitanoTrensurb inicia segunda fase do Aeromóvel
  26. Métrica IndustrialAeroportos não decolam para a Copa de 2014
  27. Questionário OnlinePesquisas online
  28. ArtigoGestão documental para o mercado de Construção Civil
Questionário Online

Pesquisas online

A participação do leitor no debate de temas relacionados a engenharia e infraestrutura

Exclusivo GC 9 de junho de 2011 · Edição 15

68% dos leitores apontam as concessões como salvação dos aeroportos
A maioria dos leitores que responderam essa pesquisa (68%) acredita que as concessões dos aeroportos podem resolver os problemas de infraestrutura, embora não esperem que eles sejam solucionados para a Copa de 2014. Outros 22% acreditam que seja possível recuperar o atraso, por intermédio das concessões. Apenas 10% acham que não há tempo suficiente para solucionar os problemas e atender os eventos esportivos.

Opinião do leitor
Para as construções e licitações, deve-se aumentar o percentual do seguro garantia do contrato, elevando dos atuais 5% para 25%, assim, há um pequeno aumento de custo com uma grande possibilidade de aumento do compromisso dos contratados, já que as próprias seguradoras poderão selecionar e negar apólices, somente realizando as de empresas idôneas e sabidamente capazes de realizar uma obra.
João Renato Prandina

Sou favorável que ocorram concessões apenas nos terminais de passageiros, igual ao modelo americano. A Infraero poderia abrir seu capital, continuando no controle de seus aeroportos.
Cristiano Jacobs

As concessões deveriam seguir as etapas: projetos, execução das obras, administração e assistencia Técnica. Esse processo  tambem deveria ser aplicado para: rodovias, portos, ferrovias etc.
Zilmar Santiago da Silva

 

Não há risco – ainda – para apagão de matéria-prima 
Assim avaliam 53% dos leitores da Grandes Construções que responderam à pesquisa semanal da revista. Para a grande maioria de quem não acredita em apagão de matéria-prima (47%), no entanto, há o perigo de que isso aconteça. Para 12%, se isso ocorrer será pontual. Já 35% são menos otimistas e argumentam que já estamos vivendo sim problemas de fornecimento de materiais para construção civil.

Opinião do leitor
Na minha opinião, não corremos o risco de um apagão no fornecimento de matérias-primas para construção civil.Creio que já tivemos o momento máximo na construção civil. No momento podemos ver pequena retração com tendência de permanencia e depois estabilizar.

José Alberto Blanco Oliver

 

O que os leitores pensam sobre a contratação de engenheiros estrangeiros
O Brasil não precisa contratar engenheiros estrangeiros para o círculo vicioso de obras atuais. Essa é a opinião de 47% dos leitores da revista Grandes Construções que participaram de recente levantamento a respeito do assunto. Para eles, o País tem capacidade para investir na formação de novos engenheiros, sem precisar de mão de obra internacional. Para 8% a resposta também é não, mas a razão, nesse caso, é o fato de o apagão ser temporário. Para 45% dos que responderam sim ao questionamento da GC, 26,5% avaliam que o Brasil deveria contratar engenheiros estrangeiros, mas apenas temporariamente. Já outros 18,5% avaliam que a contratação vem suprir a mão de obra insuficiente.

Opinião do leitor
A contratação de técnicos de outros países sempre poderá proporcionar um melhor intercâmbio de capacidades operacionais e intelectuais. Evidente que será necessária uma pré qualificação, quer de áreas de atuação ou ainda quanto a formação e capacitação.

Paulo Fonseca Rodrigues

Devemos tomar medidas para eliminar este “gap” de engenheiros, pois isso limitará nosso desenvolvimento. Importar engenheiros deve ser uma solução temporária. Não basta abrir mais cursos, temos um problema maior que é a falta de professores universitários com qualificação adequada, pois a qualidade de nossos profissionais está diretamente relacionada com a qualidade de nossos mestres.
Wilson de Mello Junior

Estão requisitando mão de obra estrangeira, sendo que em nosso país é formado a cada ano um grande montante de profissionais que ficam no escuro após sua titulação de engenheiro. Bem, parte desta culpa é do setor privado que não investe em qualificação e não incentiva a educação superior de qualidade. Apenas querem profissionais bem qualificados com fluência e domínio pleno em diversas línguas, pelo preço de banana. Um país que exporta matéria prima também perde seus bons profissionais e os que ficam não “serve” para o mercado interno. É hora de incentivar dentro das universidades e no próprio meio industrial, com bolsas de estudo, aprimoramento técnico e abertura de novas áreas regulamentadas dentro da engenharia. Nosso país é imenso, dotado de um povo de garra, com espírito empreendedor, porque abrir portas a outros? Sendo que para os nossos estão sendo fechadas!
José Pereira de Assis

Código Florestal suscita emoções fortes
Os leitores da Grandes Construções estão divididos em relação à discussão do novo Código Florestal brasileiro. Para 43,5% deles, as novas propostas são prioritárias para o País. Outros 32,5%, no entanto, acreditam que a discussão está sendo politizada.
Para 54,5%, as propostas atuais favorecem somente o setor agroindustrial, enquanto para 32% tanto esse segmento como os ambientalistas saem favorecidos se aprovadas as mudanças.
Opinião do leitor
Não estamos na idade da pedra. Temos que tomar consciência de que temos tecnologia suficiente para produzirmos na agroindustria e no setor madereiro de forma sustentável e muito lucrativa.
Tony Kadota