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GC nº 4Maio 2010 Matéria 24 de 28
Sumário
  1. EditorialO déficit habitacional e as moradias em áreas de risco
  2. Jogo RápidoNova maneira de perfurar
  3. Jogo RápidoBR assina protocolo para a venda de lubrificantes em Portal da Abimaq
  4. Jogo RápidoParaná tem nova fábrica de correias transportadoras
  5. Jogo RápidoConsórcio Camargo Corrêa/Promon conquista certificação no setor de óleo e gás
  6. Jogo RápidoHyundai adquire participação acionária da OSX Construção Naval
  7. Jogo RápidoEspírito Santo investe R$ 30 milhões em máquinas para construção
  8. Jogo RápidoDuplicação da Estrada de Ferro Carajás começa em junho
  9. Jogo RápidoNova máquina para compactação de solos
  10. Jogo RápidoLLX inicia construção do Porto Sudeste
  11. Jogo RápidoMaior guindaste telescópico do mundo, agora no Brasil
  12. Jogo RápidoEquipamentos da Lonking chegam ao Brasil com a Meggadig
  13. Jogo RápidoBNDES pode financiar trem-bala em condições especiais
  14. Jogo RápidoPetrobras inaugura termelétrica na Bahia
  15. EntrevistaCais das Artes, na Baía de Vitória (ES)
  16. Contenção De EncostasTragédias anunciadas que chegam com as chuvas
  17. ArtigoAções para evitar novas tragédias
  18. ArtigoA locação de bens móveis e o ISS
  19. Copa 2014Obras da Copa 2014: Brasil criticado por jogar na retranca
  20. Copa 2014Estádios sul-africanos custaram o dobro do previsto
  21. Bauma 2010Bauma 2010: o otimismo está de volta
  22. Ponte Sobre O Rio NegroPonte estaiada na Amazônia é a maior do País em água doce
  23. Ponte Sobre O Rio NegroCSM: formas metálicas para a construção pesada
  24. Ponte Sobre O Rio NegroA ponte para o futuro
  25. Métrica Industrial - ImpermeabilizaçãoUm perfil dos principais fabricantes que atuam no setor
  26. SiderurgiaCSA pode entrar em operação em julho
  27. Siderurgia IiTuper investe em linha de galvanização e nova formadora de tubos
  28. Agenda 2010De olho na Copa 2014 e nas Olimpíadas de 2016
Ponte Sobre O Rio Negro

A ponte para o futuro

Exclusivo GC 14 de junho de 2010 · Edição 4

Mais do que uma obra de engenharia, a ponte sobre o Rio Negro é reconhecida como uma passagem para o futuro e um potencial indutor de desenvolvimento econômico e social. É assim que pensa René Levy, secretário da Região Metropolitana de Manaus. Para ele, a obra fará a economia da região dar um salto. “A ponte modificará a economia no entorno de Manaus. Os 30 municípios vizinhos da capital poderão compartilhar de todos os benefícios que decorrem do projeto da Zona Franca de Manaus, permitindo a geração de emprego e renda para milhares de pessoas. Hoje a área do Polo Industrial de Manaus (PIM) é de 10 mil m2. Com a expansão, esse território passaria para 101 mil m2. O grande ganho seria a oportunidade que as empresas teriam de se instalar nesses municípios, recebendo os mesmos incentivos fiscais que Manaus recebe, assim como já acontece com o município de Iranduba, onde já existem duas fábricas funcionando”, comenta Levy.

Além disso, a obra-de-arte tirará a região do isolamento. Ao norte, a ponte facilitará a conexão com Roraima e com os países caribenhos. Ao sul, permitirá a ligação com a BR-319 e o restante do País por rodovia”, explica. A ligação rodoviária permitirá a integração regional, facilitando o escoamento da produção, otimizando serviços e servindo de incremento para o programa Zona Franca Verde, garantindo assim o desenvolvimento do estado como um todo. A obra viabilizará, ainda, a execução de outros empreendimentos necessários ao desenvolvimento da região, como a construção de dois portos, sendo um em Itacoatiara e outro em Manacapuru. Os dois empreendimentos devem ser os responsáveis pelo ‘desafogamento’ do Porto Privatizado de Manaus. Também está prevista a duplicação das rodovias AM-010 (que liga Manaus a Itacoatiara) e AM-070 (que liga Iranduba a Manacapuru).

Com a ponte, os planos com a RMM são ainda mais abrangentes. O secretário explica que também está nos planos a construção de um distrito naval fora da orla de Manaus, com o objetivo de requalificação da orla. “Com isso, estaremos valorizando a orla da cidade, que tem um dos cenários mais feios, em meio ao emaranhado de embarcações desordenadas”, enfatiza.