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GC nº 57Março 2015 Matéria 13 de 22
Sumário
  1. EditorialNós pagamos a conta do gargalo nos portos
  2. Jogo RápidoESPAÇO SOBRATEMA
  3. Jogo RápidoCeará apresenta plano de reformulação de modais
  4. Jogo RápidoRebaixamento de lençol freático com redução de tempo e energia
  5. Jogo RápidoMT determina novo prazo para estudos de concessões
  6. Jogo RápidoNew Holland Construction lança o trator de esteiras D180C
  7. Jogo RápidoMaior dique flutuante do mundo deixa o Porto do Açu
  8. Jogo RápidoChegam os primeiros trens para a Linha 4 do metrô carioca
  9. Jogo RápidoPrimax adquire guindastes Sany personalizados
  10. Jogo RápidoComeçam as obras da maior termelétrica, a biomassa da América Latina
  11. EntrevistaConstrução busca novos caminhos
  12. Matéria De Capa - Construção ImobiliáriaCrescendo mais devagar, mas crescendo
  13. Matéria De Capa - Construção ImobiliáriaHabitação popular
  14. EnergiaA batalha do Tapajós continua
  15. EnergiaA batalha pela fronteira Munduruku
  16. PortosJogo travado nos portos
  17. PortosAntaq apresenta resultados de estudo sobre concorrência nos portos
  18. Excelência Operacional & Lean ConstructionEstratégia das Operações
  19. Momento M&T ExpoFeira mostrará inovações em equipamentos para obras e mineração
  20. Concreto HojeAbesc vê espaço para crescimento do uso de concreto
  21. ArtigoBIM nas obras públicas
  22. Agenda 2015Produtividade - Os Grandes Desafios na Construção
Matéria De Capa - Construção Imobiliária

Habitação popular

Minha Casa Minha Vida cumpriu 98,8% da meta de contratação

Exclusivo GC 16 de março de 2015 · Edição 57

O programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) já cumpriu 98,8% da meta de contratação de unidades habitacionais com 2,75 milhões de unidades já contratadas em todo o país até o final de dezembro de 2014, e 1,86 milhão de unidades entregues. A informação foi divulgada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, ao final de dezembro do ano passado, como parte do 11º  Balanço da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

De acordo com o órgão do governo, o programa concluiu empreendimentos no valor de R$ 449,7 bilhões, beneficiando cerca de sete milhões de pessoas. “Alcançaremos 100% da meta agora em dezembro, com a contração de 3,75 milhões de casas”, afirmou a então ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

Segundo dados do balanço, o programa entregou na região Nordeste 483 mil unidades habitacionais. No Sul do País foram 429,6 mil. A região Sudeste recebeu 637,6 mil moradias, o Centro-Oeste 221,9 mil imóveis e o Norte 90,5 mil.

Miriam Belchior, que em janeiro deste ano assumiu a presidência da Caixa Econômica Federal, anunciou a meta de manter o banco como o principal agente das políticas públicas do governo federal e um dos maiores financiadores de projetos de infraestrutura do país.

Ao assinar o termo de posse, Belchior se comprometeu a manter a posição alcançada pelo banco ao final de 2014, de líder no financiamento imobiliário, expandindo sua atuação em outros segmentos nos últimos quatro anos. A instituição financeira teve sua participação triplicada para 20% no mercado de crédito brasileiro e se consolidou como um dos três maiores bancos do país em ativos.

"Minha missão é ter uma agenda de sustentação no patamar que a Caixa chegou até este momento e melhorar ainda mais o seu desempenho, em especial o serviço prestado aos seus milhões de correntistas", afirmou a presidenta, na cerimônia realizada no Teatro da Caixa Cultural em Brasília (DF).

A presidenta reafirmou o compromisso do governo federal de construir mais 3 milhões de moradia na terceira fase do Minha Casa Minha Vida, além das  2,75 milhões de  unidades já contratadas em todo o país até o final de dezembro de 2014.

Miriam Belchior anunciou também que o banco terá forte participação em nova carteira de investimentos em infraestrutura de logística, combinando investimento público, parcerias privadas e crédito de longo prazo para projetos. Entre estes investimentos, a presidenta da Caixa citou a expansão de infraestrutura urbana de transporte coletivo em todo o Brasil.

Balanço e agradecimentos

Em seu discurso de despedida, Jorge Hereda destacou o crescimento da Caixa sob sua gestão. Na área de habitação, por exemplo, o ex-presidente lembrou que  a instituição fechou 2014 com R$ 128 bilhões em financiamentos imobiliários e 23 milhões de clientes a mais do que tinha quatro anos atrás. "O que nós fazíamos [em financiamento imobiliário] há dez anos, nós fazemos agora em 11, 12 dias", destacou Jorge Hereda, que estava no comando da Caixa desde março de 2011.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ressaltou que o saneamento das contas e a injeção de capital do banco, ocorridos no início da década de 2000, permitiram à Caixa se tornar uma empresa saudável, com fôlego suficiente para ser parceira do governo federal nos avanços sociais conquistados na década passada. "É assim que tem de continuar, uma empresa cada vez mais bem administrada, mais transparente, preparada para enfrentar seus desafios", disse.

Levy disse ainda que a Caixa irá continuar sendo parceira nas políticas públicas do país, sem se esquecer de que também é uma instituição financeira. "A Caixa é um instrumento de políticas públicas, mas também é banco. Tem caminhos certos para operar. Mantendo esse caminho, vai continuar sendo uma empresa sólida, de resultados, que cresce e tem valor agregado", concluiu.