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GC nº 74Outubro 2016 Matéria 4 de 22
Sumário
  1. EditorialCidades sustentáveis, um desafio multidisciplinar
  2. Jogo RápidoEspaço Sobratema
  3. Jogo RápidoVerdadeira, só que menor
  4. Jogo RápidoObras na Serra do Cafezal entram na reta final
  5. Jogo RápidoAplicação de nitrogênio em estruturas de concreto
  6. Jogo RápidoCase lança retroescavadeira com monitoramento integral
  7. Jogo RápidoCertificação de movimentação de carga
  8. Jogo RápidoTransporte sobre trilhos resiste à crise
  9. Jogo RápidoCantareira supera 45,5% de reserva
  10. EntrevistaDinheiro para crescer e investir em inovação e tecnologia
  11. EntrevistaFinanciando a inovação e a competitividade
  12. História Da EngenhariaUm pioneiro de volta à usina de Itaipu
  13. StartupsCasas "impressas" em 3D
  14. Planejamento Urbano - Orla Do GuaíbaOrla do Guaíba busca uma nova chance
  15. Construção IndustrialControle de processos e sustentabilidade em fábrica da Jaguar Land Rover no Rio
  16. PortosMovimentação portuária cresce 2,4% de janeiro a abril deste ano
  17. Ti Na ConstruçãoConstrutora Toniolo, Busnello adota full data center Nutanix
  18. Momento ExpoAlianças estratégicas para superar crise
  19. Custo Horário Dos EquipamentosOs custos na ponta do lápis
  20. Concreto HojeConcreto reforçado com fibras é usado em saneamento urbano
  21. ArtigoPor que proteger o concreto?
  22. Agenda 2016O que esperar de 2017 no setor da construção
Jogo Rápido

Obras na Serra do Cafezal entram na reta final

Exclusivo GC 15 de outubro de 2016 · Edição 74

Até o final de 2016 restarão 8 km para que o trecho da BR-116, conhecido como rodovia Régis Bittencourt, esteja 100% duplicado e liberado para o tráfego. O traçado de 402 km, que liga as cidades de São Paulo e Curitiba, finaliza sua etapa mais complexa. Isso envolve a construção de quatro túneis e 24 viadutos, cortando a região conhecida como Serra do Cafezal. O maior volume de obras concentra-se entre os km 348 e 361,5. Atualmente, todos os lotes contratados estão em execução.

Havia a expectativa de que um novo trecho de 4,5 km, envolvendo a liberação de três túneis e cinco viadutos, fosse autorizado para receber tráfego de veículos no começo do segundo semestre de 2016, mas, segundo a concessionária Auto Pista Regis Bittencourt, do grupo Arteris, houve atraso nas etapas de pavimentação, sinalização e iluminação dos túneis, o que protelou a abertura do trecho para outubro ou novembro. “Os três túneis já estão vazados e em fase final, ou seja, a etapa mais difícil da obra foi superada”, diz o engenheiro civil Eneo Pallazzi, diretor-superintendente da concessionária.

Atualmente, os canteiros de obras instalados ao longo dos 13,5 km que faltam ser duplicados na Serra do Cafezal, contam com um contingente de 1.500 trabalhadores. A maior concentração de frentes de obras está nos lotes 4 e 5, com serviços de terraplanagem para abertura das novas pistas, drenagem profunda (bueiros e galerias), revestimentos vegetais de taludes de cortes e aterros (encostas) e pavimentação. Nestes lotes, estão sendo construídos 19 viadutos, com execução de infraestrutura, mesoestrutura e superestrutura.

Dos nove trechos da obra, os quatro maiores estão em fase final de execução. Isso representa 70% da duplicação. Os lotes 1, 2, 8 e 9 já estão em operação, e compreendem as duas extremidades da Serra do Cafezal. O empreendimento está em curso desde 2010 e já foram concluídos 22 km de pista nova (17,5 km liberados para o tráfego). O trecho total engloba 30 quilômetros e a expectativa é de que esteja 100% concluído no segundo semestre de 2017.