Newsletter
Revista Grandes Construções

Jogo Rápido

Edição 63 · 09/2015 · Setembro 2015

ESPAÇO SOBRATEMA

Tendências no Mercado da Construção

No dia 11 de novembro, a Sobratema promoverá uma nova edição do evento estratégico Tendências no Mercado da Construção, com o intuito de apresentar as perspectivas da economia brasileira, por meio de uma palestra do ex-Ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, e divulgar informações inéditas e as perspectivas para os próximos anos do mercado de equipamentos para construção. http://www.sobratema.org.br/tendencias/

Guia Sobratema de Equipamentos

Durante o evento estratégico Tendências no Mercado da Construção, a Sobratema lançará edição 2016-2017 do Guia Sobratema de Equipamentos, que contará com informações e especificações técnicas de máquinas nacionais e importadas utilizadas para o transporte vertical, manuseio de carga e trabalho em altura. http://www.guiasobratema.org.br/

Pós-venda em destaque

Teve início o projeto “Melhor Pós-Venda 2015 – Sobratema”, com o envio dos questionários para 640 empresas e profissionais associados à Sobratema avaliarem a qualidade dos serviços de pós-venda de mais de 191 marcas. As cinco marcas mais bem votadas em cada uma das cinco categorias serão conhecidas no evento Tendências no Mercado da Construção. O projeto é uma iniciativa do Núcleo Jovem.

Construction Expo 2016

A Construction Expo 2016 - Feira e Congresso Internacionais de Edificações & Obras de Infraestrutura, que será promovida em junho do próximo ano, terá quatro pilares centrais: os salões temáticos, os estandes empresariais, as feiras associadas e o Congresso, apresentando tecnologia, inovação e soluções para infraestrutura urbana. Informações: http://www.constructionexpo.com.br/

Cursos instituto Opus

Cursos em outubro 2015

Data / Curso / Local

05 - 09 / Rigger / Sede da Sobratema

13 - 16 / Supervisor de Rigging / Sede da Sobratema

26 - 27 / Gerenciamento de Equipamentos e Manutenção de Frotas / Sede da Sobratema

Cursos em novembro 2015

Data / Curso / Local

09 - 13 / Rigger / Sede da Sobratema

16 - 19 / Supervisor de Rigging / Sede da Sobratema

23 - 25 / Gerenciamento de Gestão de Frotas / Sede da Sobratema

30 - 04 / Rigger / Sede da Sobratema

 

 

Melhor Pós-Venda de 2015

O mercado da construção irá conhecer as marcas mais bem votadas do projeto “Melhor Pós-Venda 2015 – Sobratema”, durante o evento estratégico Tendências no Mercado da Construção, a ser promovido no dia 11 de novembro, em São Paulo. Idealizado pelo Núcleo Jovem da Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração, o projeto tem o intuito de estimular a busca pela excelência dos serviços prestados aos clientes pelos fabricantes de equipamentos para construção.

Para a definição das marcas mais bem votadas, a Sobratema iniciou o envio de questionários a 640 empresas e profissionais associados à entidade, que avaliarão a qualidade dos serviços de pós-venda de 191 marcas, em cinco categorias: escavação, movimentação de carga, transporte, concretagem e pavimentação. Entre os quesitos analisados estão atendimento, incluindo orçamento, prazo de entrega e garantia; qualidade, no que diz respeito a serviços e peças de reposição; e documentação de apoio, relativo a manuais, catálogos e boletins técnicos.

As empresas e profissionais têm até o dia 15 de outubro para enviar suas avaliações. Após essa data, tem início a segunda etapa que é a de análise das informações e tabulação dos resultados. Durante o evento Tendências no Mercado da Construção, as cinco empresas mais bem classificadas por categoria receberão um troféu como forma de reconhecimento e um Selo para utilizar em seus materiais de divulgação.

O projeto “Melhor Pós-Venda 2015 – Sobratema”, que foi lançado na M&T Expo 2015 – Feira e Congresso Internacionais de Equipamentos para Construção e Mineração, é a primeira iniciativa desenvolvida pelo Núcleo Jovem da Sobratema, que é formado por executivos e profissionais de construtoras, pedreiras, fabricantes de equipamentos, locadores e distribuidores.

 

 

Chineses de olho na Bahia

O governo do Estado da Bahia está tentando convencer o governo da China a investir R$ 50 bilhões em projetos de infraestrutura e novos negócios. "Nós vamos disputar esses recursos com projetos estruturantes na Bahia. Apresentamos o projeto da ponte Salvador-Itaparica, o projeto do Porto Sul e investimentos em infraestrutura logística no estado, a exemplo de rodovias e aeroportos, que nós precisamos construir", diz o governador do estado, Rui Costa (PT).

Ele apresentou os projetos ao receber uma missão chinesa em maio na Governadoria, no Centro Administrativo (CAB), em Salvador. Os investimentos seriam feitos sob a forma de parceria público-privada (PPP). “São áreas de interesse dos chineses e nós esperamos desdobrar esse diálogo para que possamos transformar os recursos em investimentos no Estado", explica Rui Costa.

 

 

Acordo libera obras de aeroporto privado

A Penido Construtora firmou um acordo judicial preliminar com o Ministério Público do Estado de São Paulo e vai retomar as obras emergenciais do Aerovale, o aeroporto privado de Caçapava, no Vale do Paraíba. O acordo se refere a um processo judicial ambiental que havia levado ao embargo das obras em março deste ano. As licenças ambientais emitidas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) estão sendo questionadas pela Justiça, em um processo que envolve, além da própria Cetesb, o Aerovale e a Construtora Penido, responsável pelo empreendimento. O Aerovale contratou um escritório especializado em questões ambientais para cuidar da defesa.

“Estamos contentes com o acordo e a possibilidade de solução definitiva para a questão, pois queremos cumprir o nosso compromisso de finalizar as obras”, disse Rogério Penido, CEO do Aerovale e fundador da Penido Construtora. O Aerovale começou a ser projetado há 10 anos e hoje é fruto de um investimento de R$ 250 milhões. O aeródromo já foi aprovado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e poderá operar voos executivos. Em fevereiro do ano passado, recebeu autorização para a exploração comercial, como aeroporto público.

A pista será cercada por hangares e um condomínio industrial/ empresarial. Ao todo são 305 lotes. As obras em fase final para entrega do condomínio se concentram agora no asfaltamento dos acessos à pista e no terminal de passageiros. No Aerovale, vão se instalar empresas de manutenção de aeronaves, de táxi aéreo, hangares e outros.

 

 

R$ 5 milhões para obras de pavimentação

O Ministério das Cidades autorizou o repasse de R$ 5 milhões para obras de pavimentação e qualificação de vias urbanas no município de Votorantim (SP). Os recursos são da terceira etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2 - Pavimentação e Qualificação de Vias Urbanas).

Além da pavimentação, a cidade receberá, também, recapeamento, sistema de drenagem, sinalização viária, passeios com acessibilidade e sistema cicloviário. A seleção ocorreu por meio do Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana – Pró-Transporte, que financia implantação de infraestrutura para transporte coletivo e mobilidade urbana. Na seleção, são priorizados áreas com baixa renda econômica e a questão ambiental.

Os R$ 5 milhões são parte dos cerca de R$ 35 milhões investidos pelo governo federal, por meio do Ministério das Cidades, em municípios daquela região. Sorocaba é a cidade que foi beneficiada com o maior valor. Foram contratados, desde 2003, R$ 20,5 milhões em obras para melhorar a mobilidade. Os demais R$ 9,5 milhões foram para Várzea Grande Paulista, Araçoiaba da Serra, Ibiúna, São Roque e Piedade R$ 50 mil.

Desde 2003, o governo federal mantém, por meio do Ministério das Cidades, carteira de investimentos de R$ 555,2 bilhões em obras e saneamento, mobilidade urbana, habitação e infraestrutura. No Estado de São Paulo, esse valor é de R$ 156 bilhões. Já em Votorantim, o valor das obras para desenvolvimento urbano, chega a R$ 434 milhões.

 

 

Venda de imóveis em SP cresce em junho

A venda de imóveis novos na cidade de São Paulo cresceu 141,4% em junho, em comparação a junho do ano passado, com a comercialização de 2.588 unidades novas. O dado foi divulgado pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). Segundo o sindicato, a elevação se deu por causa da Copa do Mundo, que ocorreu no ano passado no Brasil. Nesse período, a comercialização de imóveis caiu muito na cidade. Na comparação com maio, quando foram vendidas 2.149 unidades novas, a alta foi de 20,4%.

Do total de unidades novas comercializadas, mais da metade (57,6% do total ou 1.491 imóveis) era de dois dormitórios, que foram vendidos pelo valor médio de R$ 356 mil. O segmento de três dormitórios representou 20,2% das vendas, com 524 unidades vendidas, seguido pelos imóveis de um dormitório (20,1% do total ou 521 unidades) e de quatro ou mais dormitórios (2% do total ou 52 unidades comercializadas).

A cidade de São Paulo encerrou o mês de junho com 27.448 imóveis disponíveis para vendas, seja na planta, em construção ou prontos [lançados nos últimos 36 meses], o que representou uma redução de 2,4% em comparação a maio. Desse total, 2.036 imóveis eram lançamentos, que representou uma queda de 15,3% em relação a maio e de 15,6% em relação a junho do ano passado.

"O mercado imobiliário vem se ajustando aos poucos. Abril e maio apresentaram vendas superiores ao mesmo período do ano passado. Além disso, as vendas acumuladas de janeiro a junho deste ano ficaram muito próximas da quantidade de unidades lançadas. Ou seja, no semestre foram comercializadas 9.658 unidades e lançadas 9.653 unidades. Isso confirma que o mercado está mais aderente ao consumidor do que em 2014", avaliou Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

 

 

Construtoras usam produtos biodegradáveis em obras

A Construtora Caparaó vem apostando em empreendimentos sustentáveis, da fundação até a entrega do imóvel ao morador. Uma das novidades da empresa está presente na construção do edifício Concórdia Corporate, no bairro Vila da Serra. Em sua obra está sendo utilizado o polímero granulado, um produto biodegradável que garante a estabilidade da escavação e substitui a lama bentonítica. A gerente de qualidade da Caparaó, Silene Fernandes, exalta os benefícios da utilização desse novo produto, que está sendo empregado pela primeira vez em uma construção em Minas Gerais. “O polímero é utilizado para estancar os “poros” do terreno onde está sendo executadas as estacas de fundação, evitando o desabamento e/ou descontinuidade nas paredes das mesmas. A Caparaó inovou ao substituir a lama por esse processo que já é utilizado na Europa”, argumenta.

O polímero granulado é um produto ecologicamente sustentável e seu principal benefício é que ele pode ser descartado nas redes de água ou no próprio solo, sem causar nenhum malefício, o que não acontece com a lama, que precisa de um descarte controlado. “A composição do produto é propícia para uma absorção mais rápida e completa, sem fazer mal para o terreno, e essa característica ainda ajuda a deixar o terreno mais limpo, sem a sujeira provocada pela lama bentonítica”, garante Silene.

Mesmo quando alguns resíduos são produzidos, o que é muito pouco, o seu descarte é mais fácil e menos nocivo ao ambiente, uma vez que o material gerado é mais seco. A gerente explica que, mesmo sendo um produto mais caro, o seu custo benefício é muito maior e a empresa acaba ganhando muito mais. “As características inerentes ao produto fazem dele um diferencial no mercado. Ele se adapta a qualquer perfil geológico e não tem tempo de maturação, o que agiliza o início das obras, além de apresentar um potencial muito alto para a estabilização das partículas do solo”, enumera.

 

 

Túnel Santos-Guarujá ainda demora

O projeto do túnel submerso ligando Santos a Guarujá (SP) poderá demorar pra sair do papel. Isso só acontecerá depois que o Estado tiver autorização da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para ampliar seu endividamento em R$ 7 bilhões. Nesse montante, está incluso R$ 1,3 bilhão necessários para a obra.  A STN confirma que recebeu pedido do Estado para autorizar a ampliação da dívida em R$ 7 bilhões. “A liberação desse pedido está atrelada à análise técnica e à autorização superior da inclusão de operações de crédito na Revisão do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal”, diz o órgão. Em outras palavras, a liberação do dinheiro está na pendência de análise do Governo Federal, que neste momento faz contingenciamento de recursos em razão da crise econômica.

O investimento total previsto para o túnel é de R$ 3,2 bilhões, a serem cobertos com financiamento de R$ 2,3 bilhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e aporte de R$ 900 milhões do Estado. O BNDES já liberou R$ 938 milhões, faltando o montante de R$ 1,3 bilhão que o Estado pleiteia para complementar a verba. Não se sabe quando vai haver essa liberação. Aguardamos o avanço dessa situação e uma sinalização do Governo Federal, para poder programar a publicação”, ressalta o presidente da Dersa, Laurence Casagrande Lourenço.

Ele prefere não fazer previsões de quando o projeto do túnel deve ter andamento. “A situação federal ainda é muito incerta. Nós tivemos um momento não só de crise econômica, como também de crise política. Acho que qualquer previsão agora é muito prematura”.

O TCE mandou paralisar a licitação da obra do túnel submerso em 30 de janeiro deste ano, sob alegação de “afastar possíveis improbidades” presentes no edital. Analisados os documentos, o órgão determinou que a Dersa corrigisse o edital para abrir nova licitação.

Na decisão, assinada pelo conselheiro Dimas Eduardo Ramalho, o TCE aponta 24 falhas contidas no primeiro edital da obra e pede para que elas sejam retificadas em uma nova versão.

Atualmente, a Dersa realiza a revisão e detalhamento do conteúdo do projeto de engenharia do túnel submerso, conforme explica. Este trabalho compreende a execução de ajustes nos projetos de escavação das paredes diafragma e nas fundações e escoramento da doca seca.

 

 

DânicaZipco: fusão cria empresa de vanguarda

A Dânica e a Zipco assinaram acordo para fusão de suas operações. A nova empresa, chamada DânicaZipco, nasce como segunda maior do segmento de sistemas construtivos metálicos, sem dívida bancária e com faturamento de R$ 600 milhões. A principal vantagem competitiva é a oferta conjunta de estruturas metálicas e painéis termoisolantes industrializados. A empresa passa a ter mais de 800 funcionários e fábricas no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Santa Catarina, Chile e México.

O negócio foi concretizado pelo Pátria Investimentos, que já era sócia da Zipco desde 2011 e agora investiu na Dânica. Os empreendedores dessas empresas seguem com participações dentro da nova organização. As empresas visam a capturar uma série de sinergias comerciais para impulsionar o negócio, integrando as ofertas complementares de painéis termoisolantes e estruturas metálicas, com o cliente negociando com um único fornecedor.

A força de vendas da DânicaZipco é outro ponto importante de sinergia, com complementariedade entre equipes, ampliando o alcance do portfólio conjunto de soluções construtivas industrializadas, com resultados práticos como a redução no número de etapas nos processos construtivos e tempo gasto para a conclusão da obra. A Dânica projeta e produz painéis termoisolantes para fechamentos laterais, divisórias e coberturas industriais e comerciais, em segmentos como construção civil, câmaras frias, supermercados e salas limpas. Desde 2009, a Dânica tem crescido a uma média de 14% ao ano, e encerrou 2014 com faturamento de R$ 477 milhões. A Zipco oferece soluções em coberturas metálicas para galpões de grande porte, incluindo vigas, telhas, domos, calhas, entre outros. Em 2014, o faturamento foi de R$ 131 milhões, um salto de 400% em relação a 2011, quando o Pátria investiu na empresa.

 

 

Mais 2.555 unidades do Minha Casa, Minha Vida

O Ministério das Cidades entregou mais 2.555 unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) nas cidades paulistas de Araras, Araraquara, Catanduva e Maurá. Os empreendimentos, que contam com cerca de R$ 250 milhões em investimentos do Governo Federal, beneficiarão mais de 10 mil pessoas. Em Araras, serão entregues 448 casas do Residencial Prefeito Jair Della Colleta, equipadas com sistema de aquecimento solar. Em Araraquara, as 754 moradias do Parque Residencial Valle Verde também estão adaptadas para pessoas com deficiência. Em Catanduva, 1.237 famílias serão beneficiadas com imóveis no Residencial Catanduva I, que possui área de lazer com pista de caminhada, minicampo de futebol, quadra de areia e playground. Já em Mauá, 116 famílias serão beneficiadas com imóveis no Residencial Cerqueira Leite.

Os quatro empreendimentos possuem infraestrutura completa, pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem, energia elétrica e acesso ao transporte público. Contam, também, com equipamentos públicos, entre eles, unidades básicas de saúde, creches e escolas.

Desde 2003, o governo federal mantém, por meio do Ministério das Cidades, carteira de investimentos em São Paulo de aproximadamente R$ 156 bilhões – sendo R$ 54,1 bilhões no Programa Minha Casa, Minha Vida, R$ 9,9 bilhões em habitação, R$ 26,4 bilhões em saneamento, R$ 65,2 bilhões em mobilidade urbana e R$ 401,6 milhões em infraestrutura. Desse valor, R$ 362,4 milhões foram investidos em Araras – R$ 279,1 milhões no Minha Casa, Minha Vida, R$ 64,7 mil em habitação, R$ 82,7 milhões em saneamento e R$ 401,1 mil, em infraestrutura.

No município de Araraquara, a carteira tem o valor de R$ 739,1 milhões – R$ 673,6 milhões no Minha Casa, Minha Vida, R$ 9,4 milhões na área de habitação, R$ 737,3 mil em infraestrutura e R$ 55,3 milhões em saneamento. Em Catanduva, o total é de R$ 386,1 milhões – R$ 325 milhões no Minha Casa, Minha Vida, R$ 51,1 milhões em saneamento e R$ 9,9 milhões em mobilidade. Em Mauá, o total é de R$ 1,063 bilhão – R$ 374 milhões no Minha Casa, Minha Vida, R$ 162,6 milhões na área de habitação, R$ 71,9 milhões em infraestrutura, R$ 259,7 milhões em saneamento e R$ 195,4 milhões em mobilidade urbana.

Em todo o Brasil, a carteira de investimentos é de R$ 555,2 bilhões – R$ 30,2 bilhões em habitação, R$ 97,3 bilhões em saneamento, R$ 159,8 bilhões em mobilidade urbana, R$ 2,6 bilhões em infraestrutura e R$ 265,2 bilhões no programa Minha Casa, Minha Vida para a contratação de 4 milhões de unidades habitacionais, com a entrega de 2,3 milhões de moradias. Outras 3 milhões de unidades habitacionais serão contratadas na nova fase do programa, que será anunciada em 10 de setembro.